Amor próprio

Amor próprio não significa pisar no próximo, brincar com os sentimentos do outro, não se importar com ninguém.

Isso se chama egoísmo!

O amor próprio tem a ver com não se envolver com alguém só pra satisfazer seus desejos e depois cair fora, o amor próprio ajuda a se resguardar de situações desse tipo. O amor próprio ajuda você a ter respeito pelo seu corpo, pela sua mente.

Sabe aquele sentimento de desvalorização? Quem adere ao amor próprio não se sente assim. Pq o amor próprio ajuda a perceber qualidades maravilhosas que você tem (todo mundo tem seu lado bom e ruim, vai de cada um escolher qual lado valoriza mais) escondidas quando em um relacionamento desgastado ou abusivo.

O amor próprio é um tempo de reconhecimento, valorização e respeito. Quando você se dá esse tempo, você aprende a se sentir completo mesmo com o coração vazio… que não é qualquer pessoa que vai ocupá-lo (que vai ficar uma temporada e depois ir embora)…

Você aprender a não ser dependente de amor, que se ele acontecer, bem. Se não, melhor ainda, você terá mais tempo pra se conhecer e se amar.

E você começa a perceber situações em que pessoas egoístas tentam te enganar e te iludir. E o que você faz? Se afasta! Não cai mais na lábia de qualquer um.

Você não engana, não ilude, não satisfaz seu desejo e deixa outra pessoa triste por atitudes egoístas como essas. Você aprende até mesmo a valorizar o próximo. Aprende que o que você não quer que lhe façam, não faz aos outros. Aprende que o mais importante não é só amor próprio, mas também amor ao próximo. Que não são só duas frases parecidas, (“amor próprio” e “amor ao próximo”) mas que o sentido de ambas também deve ter a mesma importância!

Então, aprenda a diferenciar amor próprio de egoísmo. Aprenda que amar ao próximo não dura uma semana e nem precisa ser amor romântico. Apenas ame-se verdadeiramente. O resto, acontece!

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Compreenda uma mãe!

Sou mãe.

Tenho a obrigação de ser pai também.

Eu amo meu filho e faço tudo por ele.

Algumas pessoas (“certas pessoas”) ainda tem a coragem de dizer que não faço mais do que minha obrigação. É verdade! Não faço mais que minha obrigação… mas, já experimentou viver minha vida apenas um dia?

Às vezes, a gente só quer chegar em casa e dormir um pouco, ou, simplesmente, desmaiar até o dia seguinte. Mas não dá. Porque agora tem um filho pra conversar, saber como seu dia, saber se ele está bem, se correu tudo bem durante o dia todo em que esteve longe dele. Uma criança que depende de você para se alimentar, saber a hora de tomar banho, escovar os dentes e, algumas vezes, saber a hora que tem que tomar água (algumas vezes eles esquecem!).

A gente chega em casa e gostaria de assistir uma série favorita e descansar um pouquinho. Mas não dá. Tem uma criança ali lhe esperando para fazer a tarefa de casa para levar pra escola no dia seguinte. Você senta do lado dela, segura na sua mão (quando ainda está nos primeiros anos de escola e ainda não tem muita coordenação motora) e o ajuda a fazer tudinho. Se estressa um pouco, porque queria que ela fosse um gênio e já soubesse escrever e fazer seus trabalhos sozinha, mas ela nem consegue achar as figurinhas para colar no caderno do dever de casa.

À noite, a gente só está desejando deitar na cama e dormir a noite toda porque no dia seguinte a rotina começa cedo, pra arrumar a criança pra ir pra escola e alimentá-la, depois se arrumar pra ir trabalhar, isso tudo numa correria para não perderem seus horários, e algumas noites você não consegue dormir bem por alguns motivos. A gente tem medo de dormir quando o filho está doente, acorda várias vezes para medir a temperatura e saber se ele está respirando e dormindo bem. Outras vezes, pra dar aquele remedinho com hora marcada que caiu justamente durante a madrugada. E ainda outra, quando a gente precisa acordar a criança porquê ela está esparramada na cama toda e você a poucos centímetros pra cair no chão.

A gente tem que se preocupar com tudo, para que nada lhe falte. Desde o pãozinho no café da manhã até o jantar para não dormir com fome. Você pensa nos luxos que não teve na infância e faz de tudo pra dar um pouquinho do que não teve para seu filho.

A gente se sente triste por não poder criá-la, passar 24 horas do seu dia ao lado dela. A gente se culpa. Acha que não deveria ter posto uma criança no mundo e abandonar assim, deixar na mão de outras pessoas, pagar pra alguém cuidar dela, ter tempo apenas a noite e aos finais de semana em que não trabalhar ou que ela não vai pra casa do pai, você se culpa porque não pode deixar de trabalhar. A vida se tornaria bem pior. Fica entre a cruz e a espada e sofre, porque parece que escolheu a espada.

A criança vai crescendo, e você pensando que, ao crescer, dependeria menos de você. Sim, em algumas situações. Mas elas serão dependentes de mãe pelo resto da vida.

Pessoas que não vivem sua realidade tentarão lhe deixar lá embaixo. Você vai pensar que poderia fazer mais pelo seu filho. Mas o que você faz, já é tudo pra ele. Só por não tê-lo abandonado você já é uma pessoa guerreira. Cuidar da própria vida já é uma tarefa bem difícil, cuidar da sua vida e da vida de outra pessoa, totalmente dependente de você, é viver com o coração na mão. Tudo lhe assusta, tudo lhe deprime. Toda notícia na TV você já pensa no futuro do meu filho. Você já pensa: e se fosse seu filho? Você vive com os nervos à flor da pele. Você se coloca no lugar de outras mães e chora por qualquer notícia triste.

Mas ser mãe é o trabalho mais gratificante que se pode ter, não é só dor ou medo, é muita alegria também e cumplicidade. É ter a certeza de que nunca mais estará sozinha. Ser mãe é poder ensinar um serumaninho tudo o que puder e depois ter orgulho de vê-lo andando sozinho. Ser mãe é ganhar um beijinho sincero (e bem melado algumas vezes) toda manhã e à noite antes de dormir. É ouvir “eu te amo” a qualquer momento do dia. É abraço e carinho naqueles momentos de descontração. É se perguntar: como estará “meu bebê” daqui uns 10 anos…?

Ser mãe é maravilhoso. Tem seus desafios. Mas tem muito amor envolvido e é uma felicidade sem igual!

Sou pai e mãe e eu não me envergonho (nem tampouco me orgulho) eu apenas faço o que posso pra cuidar da minha vidinha!

Ilusões

Certa manhã, acordei com uma mensagem em meu celular, que dizia: “Saindo”. Apenas isso, então voltei a dormir, sem olhar o remetente.

Algumas horas depois, quando já estava acordada de verdade, eu vi e era alguém muito especial, que havia alguns dias não nos falávamos (sim, podíamos passar algum tempo sem se falar, mas nada mudava). Então, despretensiosamente, eu respondi: “Pra onde? Tá vindo me ver?”

Ele apenas sorriu e disse: “Não, G., estou saindo de casa”.

E ele continuou a mensagem e eu vi que, naquele momento, ele estava se despedindo… de mim!

Foi totalmente inesperado, eu nem imaginava que a pessoa que eu curtia tanto estava me deixando pra seguir sua vida ao lado de outra pessoa. Eu pensei em todas as conversas que tivemos até aquele momento, eu busquei em cada frase um sinal de despedida, eu busquei um motivo. Eu não encontrei nada!

A errada não era eu, eu não fiz nada. Ele apenas quis seguir seu caminho com outra pessoa. Eu não era a pessoa certa. Eu apenas me iludi sozinha. Eu apenas alimentei algo que não poderia nunca sobreviver com sentimento unilateral. Precisava ser recíproco, eu acreditei que fosse!

É a vida. Quando a gente menos espera, percebemos nosso mundo desmoronar por um pouco de tempo. Porque nem tudo é como desejamos, porque pessoas pensam diferente, porque ser sincero é um dom que nem todo mundo nasce com ele. Porque iludir os outros é mais legal, é bom para passar o tempo. Porque nem todo mundo tem sentimento. Porque quando você pensa que tá tudo bem, aí você percebe que – contrário ao que é normal – era a calmaria pra logo em seguida vir a tempestade.

Enfim, depositamos nossa confiança nas pessoas pra sermos apunhalados… em algum momento tem que acontecer. Estranho seria se isso não acontecesse.

O mundo mudou, as pessoas estão seguindo o mesmo ritmo. Não saber ser verdadeiro todo tempo é comum. Não sabem o que querem. As pessoas vão te enrolando, vão brincando com seus sentimentos até perceberem que o “amor da vida” delas tá voltando e que tá na hora de deixar o(a) “trouxa” de lado. Pessoas frias, que só pensam em si.

É difícil perceber quando alguém vai fazer isso de novo. Nunca estaremos preparados. Esperamos nunca mais passar por isso.

E aqui estou eu, sozinha. Não esperando mais nada de ninguém.

As escolhas que eu não fiz!

Não temos tanto poder sobre nossa vida como pensamos ter. Se tivéssemos, escolheríamos viver pra sempre.
Não temos controle de quem iremos amar, desde o nosso nascimento o caminho é traçado sem escolhas, seus pais serão seu primeiro amor (em alguns casos, sua maior decepção). Se tiver sorte, você terá irmãos que não escolheu para amar, pessoas com gênios diferentes que você terá que entender a vida toda ou, pelo menos, tentar. São seus primeiros vínculos.
Não temos controle de quem vai nos magoar, mas sabemos que sempre vai ser quem mais amamos, pois se não houvesse nenhum sentimento não magoaria, certo? Não temos controle de quem vai nos abandonar. As pessoas, em determinado momento, acreditam que não precisam mais da sua companhia ou estar perto de você e simplesmente somem, sem avisos, sem despedidas. E, mais uma vez, você vai sendo abandonado por uma pessoa que ama. Se não existisse sentimento, não faria falta. E você só precisa esquecer. Eis a parte mais difícil!
Muitas pessoas vão te criticar por atitudes que você tomar, mas só vai te fazer mais mal a crítica vindo da pessoa que você ama, pois, à princípio, você não vê aquilo como algo bom pra você, uma crítica construtiva, você quer apoio dela e não críticas. Pode ser que com o tempo você veja que ela estava certa e o mais difícil será admitir isso.
Não temos controle de quem vamos amar de verdade, não temos controle de quem vamos magoar, não temos controle de quem vamos abandonar e muito menos de quem vamos criticar. É a vida. Com relação à essas quatro atitudes, um dia a gente perde e no outro também. Se você recebeu alguma atitude dessas ou se você demonstrou alguma, em ambos os casos, você perdeu!
#GleykaMoraes

Que mundo é esse??

Criado em 27 dezembro 2016

Um mundo onde um inocente é morto antes mesmo de nascer. Um mundo onde um assassino é protegido mesmo depois de ter matado um policial. Um mundo onde os maiores bandidos roubam milhões e não são presos. Um mundo que lhe oferece o medo de sair de casa e nunca mais voltar. Um mundo onde as pessoas são frias e não tem mais amor ao próximo. Um mundo que pede paz e que não dá nada em troca para tê-la. Um mundo em que se você tem opinião própria é criticado, tem sempre que concordar com todo mundo. Um mundo que nós mesmos fizemos e não estamos sabendo morar nele.

A vida tem tanta coisa à ensinar…

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E ainda temos tanto a aprender…

Aprendemos que por mais que a gente tente ser legal e gentil com todo mundo, existem pessoas cruéis que não saberão agir da mesma forma. Que é mais fácil fazer o mal e ferir. Que pedir desculpas não é uma ato de amor, e sim, de coragem. Só os fortes são capazes de pedir perdão com sinceridade. As outras, pedirão desculpas e logo cometerão os mesmos erros, isso porque seu arrependimento foi fraco o suficiente pra voltar a errar de novo, da mesma forma, com o mesmo dom de crueldade. Cometemos erros todo tempo e muitos terão consequências irreparáveis e nos arrependeremos pelo resto da vida. Errar também é uma escolha. Pensar antes de fazer é a outra opção.
Aprendemos que o amor ainda é o sentimento mais bonito que pode existir no mundo. Ele só está escasso por que a reciprocidade também está ficando extinta. Ninguém gosta de amar sozinho, a gente gosta mesmo é de amar e ser amado, de olhar pra uma pessoa e sentir o quão feliz ela se sente só por estar ao nosso lado. É o aconchego, a necessidade de ter alguém pra dividir a vida, a felicidade e os desafios que ela nos apresenta.
Aprendemos que decepções fazem parte do processo de amadurecimento, senão, como saberíamos o que é bom ou ruim se não houvessem decepções? A vida não é só coisas boas…
Aprendemos que temos que nos sentir suficientemente felizes com nós mesmos. Depender dos outros pra ser feliz é um passo pra melancolia.
Aprendemos que a vida todo dia nos apresentará algumas surpresas, cabe a nós fazer o dia valer à pena, apesar dos desafios, e no final, agradecer…
Aprender das lições da vida é sempre maravilhoso, basta não olhar só do ângulo que mais lhe convém.
Vamos seguindo em frente…

O seu mundo não acabou, apenas deixou de ser colorido…

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A gente nunca sabe o que vai ser de uma história até que ela acabe.
A gente nunca sabe que participação vai fazer na vida de algumas pessoas.
Pois é. Já fui um livro e já fui uma participação especial na vida de alguém. Sim, eu sei. Não vivemos só uma história a vida toda, vivemos várias e na maioria das vezes não esperamos por aquele final.
Sua vida não é baseada em um filme. Os filmes, a maioria, se baseiam na vida real, mesmo naqueles casos em que você não ouve ao iniciar o filme “Baseado em fatos reais!”.
Já vivi um amor, a história é bem longa, cheia de desafios, desencontros, teve choro, teve alegria, teve gente torcendo pra não dar certo e teve gente fazendo dar errado, ninguém acreditava que duraria tanto e durou o tempo suficiente pra se tornar grande demais, depois triste demais, depois o amor acabou. Não resistiu aos ferimentos e morreu.
Existe sim, pelo menos na minha história, o amor que acaba. Acaba por inúmeros motivos. Afinal, a gente ama o desconhecido. E esse amor pode aumentar ou acabar no decorrer do tempo. O tempo pode ser seu amigo, ou seu pior inimigo… Mas você não o perde, você aprende com ele.
E aí acabou a primeira história inesquecível.
E depois que termina a primeira história a gente acredita piamente que nunca mais vai amar como da primeira vez. E, na maioria das histórias, é isso que acontece.
O seu mundo não acabou. Apenas deixou de ser colorido.
Foi assim que comecei a viver loucamente, não se entregar e não se envolver. Ser mais reservada e (como muitos me chamam) coração de pedra. Agir assim tem lá seus benefícios. Não esperamos muito de ninguém, não depositamos fé e não nos decepcionamos como da primeira vez. Claro que a gente sofre, de vez em quando. Mas não dura muito esse sofrimento, a gente percebe mais rápido que não vale à pena.
Depois que a primeira história acaba, acreditamos que não somos mais tão talentosos pra ser protagonista de uma nova história. Que participações especiais são as mais prováveis e sem finais felizes. Pois é. Alguns filmes baseados em fatos reais são bem melancólicos. São esses os que mostram a verdade nua e crua.
Não cresça achando que vai ser feliz somente se encontrar e viver um grande amor. Seja feliz consigo mesmo, o resto… Ah, o resto pode nem existir!